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Mostrando postagens de setembro, 2012

Vingança, Justiça e Incerteza.

Bem... Cá estou eu de novo. Desta vez, querido diário babaca, estou aqui para lhe contar sobre umas coisas que andam povoando minha mente há cerca de quinze minutos. Tempo o suficiente para eu concluir que não posso dormir sem botar pra fora de alguma forma. O caso é o seguinte: Estou contemplando, depois de dois anos e meio, a ruína da pessoa responsável por eu ser quem sou hoje. Bem, não responsável, eu diria.... culpado. Sim. Culpado. Se bem que não me acho inocente o suficiente para culpar a ninguém. Eu tomei minhas decisões também. Em todo caso.. Essa pessoa mentiu descaradamente para mim, e para o mundo durante.. um tempo. E no final? Eu saí como a vilã. Sim, ninguém nunca soube da canalhice desta pessoa. Eu não abri minha boca para ninguém além de minha querida e inocente mãe durante um booooom tempo. Ela também achou que fui a vilã. Bem, eu fui a vilã que todos queriam ver e fiz o que sempre quis fazer: Ser eu mesma e mandar o mundo pro Potter que pariu. Por um lado só t...

Amigos, Demi Lovato e Billy.

Eu tenho um sério problema na questão FALAR O QUE QUERO FALAR. Eu falo pra caramba, mas quase nunca é algo que eu realmente gostaria de dizer. Eu queria poder falar em voz alta o que consigo falar apenas para o papel (ou para o computador, nesse caso), mas não consigo. Então... Vamos lá! Eu sou tão grata a Deus. Tão tão tão grata. Eu poderia fazer um blog só pra postar coisas pelas quais sou grata ao meu Senhor. Acho que passaria a vida postando. Mas sim... Eu sou grata a ele por milhões de motivos e um desses motivos é tipo um pacote: Meus amigos. Eu nunca poderia agradecer adequadamente pelos amigos que tenho. Muitos deles, estão aqui ao meu redor e são simplesmente ótimos. Alguns, os que infelizmente não convivem comigo, moram lá na casa de chapéu, mas são igualmente maravilhosos. Recentemente perdi minha gata, Billy Ranger Jonas (que Deus a tenha) de uma forma trágica. Eu fiquei tão surtada na hora e tão sem chão, e como sempre meus amigos estavam lá por mim. Me fazendo enxergar...

Desabafo, filha única e amém.

Eu sou filha única. E ao contrário do que muitos pensam, ao contrário do que eu mesma afirmo: eu não gosto de ser sozinha. Eu me acostumei a ficar sozinha, a guardar as palavras pra mim, a falar comigo mesma e a desabafar com os papéis. Uma coisa é certa: Eu não gosto disso. Eu queria ter alguém pra falar. Eu queria ter alguém com quem eu me sentisse à vontade pra desabafar tudo isso. Queria poder chorar na frente de alguém e dizer o quão infeliz eu sou. O quanto dói sorrir o tempo todo quando por dentro eu estou uma MERDA. Eu queria confiar nas pessoas, mas eu não consigo. Quando eu começo a confiar, a pessoa faz aquela merda que me tira toda a vontade de falar qualquer coisa que seja. Eu não confio nem em mim mesma, por isso escrevo tudo. Eu não me entendo. Eu choro mais do que qualquer outra coisa. Choro mais do que falo. E isso é patético mas machuca pra caralho. Eu só queria falar. Eu falo o tempo todo. Sempre que tem gente perto de mim, eu falo pelos cotovelos. Eu ...

Mais um monólogo

Eu não sou de mandar indireta. Não sou de correr atrás. Não sou de perseguir nada nem ninguém. Eu posso até amar tal pessoa, mas eu não faço porra nenhuma pra segurar nada a mim. Aprendi que não adianta se agarrar a essas coisas... Eu fico sentada e observo o movimento. Eu não falo nada quando estou assim. Só observo. Fico vendo se a pessoa sente minha falta, se sente, eu penso duas vezes antes de ir lá e dar o ar da (des)graça. Se não sente... Fazer o quê? Eu não sou dramática, não sou apegada, não sou nada disso. Eu acho que eu não sei é amar. Nunca aprendi direito a diferença entre amor, ódio, simpatia... Pra mim é tudo a mesma merda. Te prende a uma pessoa e muitas vezes nem é recíproco, mas faz seu coração bater. Estava cansada e dormi. Mas meu cansaço não é algo que sai com sono. Estou cansada é na alma. Cansada de segurar as coisas na minha garganta. As palavras saem com dificuldade do cérebro, chegam na garganta e eu sou obrigada a deixar elas morrerem. Às veze...